Revista Trail Running
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Experiências Bem Marcantes, Com A Insanity Mestre

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momento como esse, só pensei em fazer do material esportivo estava na mala ÁLVARO E A ULTRA MARATONA DOS PERDIDOS, PROVAS COM uma coisa: procurar meu treinador Iazaldir. de mão. Tenho este hábito em todas as PAISAGENS MUITO BELAS, DIFICULDADE EXTREMA E MUITO Em alguns bate-papos de que tenho competições de que participo. O grande BEM ORGANIZADAS. NESTE ANO ENTRARAM PARA ESTE ROL participado sobre a prova, falo que só tive problema é que parte da suplementação DE PROVAS O TOR DES GEANTS, PARA O RODRIGO, COM SEUS o trabalho de comunicar a ele e perguntar da Nadjala também estava na mala 350 KM , BEM COMO O TOT DRET, QUE SÃO OS 135 KM FINAIS se entraria neste desafio comigo. Com e ela largava dentro de três dias, ou DO TOR. VALE DESTACAR TAMBÉM ALGUNS VK QUE FIZEMOS: uma resposta enfática dele que sim, não seja, o prazo limite para entrega da GRAND SERRE E MAMORES. ESSAS PROVAS MOSTRAM A tive dúvida de que estava no caminho bagagem extraviada. Resolvemos não MONTANHA DE UMA FORMA QUE NUNCA HAVÍAMOS VISTO E A certo. Confiei de olhos fechados em tudo estressar e começamos a executar DIFICULDADE, QUANDO FALAMOS DE ASCENSÃO E INCLINAÇÃO, que ele falava e prescrevia e me sentia nosso planejamento pré-prova. Sempre NÃO TEM NADA IGUAL”, DECLARA NADJALA. cada vez mais forte e focado. Lógico que que estivemos em Chamonix, optamos momentos de insegurança nesses quase por subir uma ou duas vezes em dias seis meses de treinamento existiram, mas anteriores às nossas provas, os teleféricos foram muito poucos e bem passageiros. que lá existem. De preferência, os que 24 25 chegam a montanhas mais altas, como o Aguile du Midi, com cerca de 3800 metros RELATO DO EVENTO perfeita. Estava muito focado, com a mente muito forte. Corri, caminhei.

grande. No caminho, paisagens de tirar o fôlego. aqui, procura ali e finalmente encontrei. Eram palavras de incentivo que me acima do nível do mar. Posso afirmar que, Todas as madrugadas eram muito emocionaram e me deram mais gás mesmo que as provas lá não ultrapassem Para quem não sabe, o Tor des Geants frias e tive que usar meu casaco de Cheguei ao último refúgio de para chegar logo em casa. Resolvi, altitudes extremas, para nós, que saímos é uma prova de cerca de 350 km, com thermoball, que jamais imaginei usar montanha antes do pico do bilhete. naquele momento, deixar meu do nível do mar, ajuda demais. Na Segunda mais ou menos 30000 metros de desnível em uma corrida. Dormi a primeira vez Nesses refúgios não se pode entrar escapulário que me acompanhou e na Terça eu fiz dois treinos. Uma positivo. O objetivo é dar a volta na região com cerca de 50 horas de prova. Acho com os bastões, que deixei em durante muito tempo naquele lugar rodagem leve, quase plana, de cerca de 10 do Vale D’Aosta, na Itália, no menor que isso pode ter me atrapalhado um cantinho e entrei. Fiz minha mágico. No horizonte, o sol estava km e um treino de subida puxado, fazendo tempo possível. O atleta é quem gerencia um pouco no final da prova, quando alimentação e hidratação e encontrei se pondo. Que imagem sensacional!

a trilha do VK da Maratona du Mont seu tempo de sono, alimentação etc. A comecei a ter delírios surreais. Entrei a atleta de elite italiana Lisa Borsani, Comecei a descer, entraria em um Blanc. Nadjala fez apenas a rodagem organização (excepcional por sinal) fornece em uma paranoia de que tudo que duas vezes vencedora da prova, que trecho que já conhecia, ou achava leve. A quarta-feira, que a Nadjala largaria, bases de vida a cada 50 km, onde temos estava vivendo, já havia vivido. Um este ano havia abandonado e estava que conhecia do UTMB. Teria que chegou e a mala nada. Ela resolveu comida, camas, médicos, fisioterapeutas verdadeiro dé jà vu. Lugares que como staff, juntamente com seu chegar ao refúgio Bertone. As horas largar com o que tinha e aproveitar o que etc. Nessas bases, podemos ter apoio nunca havia estado antes e me marido. Trocamos algumas palavras, se passavam e nada, parecia que a prova oferecia. Fiz o apoio dela e de externo também. Cada atleta também tem pareciam tão familiares, ao passo tiramos uma foto e parti rumo ao corria em círculos ou que estava no outros amigos durante mais de 30 horas. uma drop bag, de cerca de 40 litros, que de imaginar por onde passaria e bilhete. Ao chegar do lado de fora mesmo lugar. Peguei como referência Foi uma experiência incrível! Quando a é transportada de base em base, com essa imagem que tinha na mente se do refúgio: Onde estavam mesmo o teleférico que estava do meu lado Nadjala chegou, fomos descansar, nos pertences de nossa escolha. Existem ainda mostrar real. De arrepiar! os meus bastões? Haviam levado. direito, depois a lua do meu lado alimentar e no dia seguinte partimos para outros pontos de abastecimento mais Fiquei em desespero, com cerca de esquerdo. Estava pirando. Parei, tentar comprar o que tinha se perdido simples ao longo da prova, com bebidas e A falta de sono me deixou muito 330 km nas pernas, uma montanha comecei a comer uma bananada e junto com a mala. Inclusive todas minhas comida. A distância entre as bases pode irritado também. As bases de vida, enorme para subir e sem os bastões. uma paçoquinha. Dois corredores se meias de prova, as quais eu estava não parecer longa, mas alguns trechos que sempre se localizavam em Entrei novamente no refúgio e falei aproximaram e falaram que estávamos acostumado a usar, se extraviaram. foram percorridos em mais de 20 horas. cidades, estavam a quilômetros com a Lisa e outra staff. Em um no caminho certo. Apontaram-me Entramos naquela velha recomendação Todo o percurso é marcado e muito bem de distância da onde saíamos das primeiro momento, não entenderam um caminho de bandeiras refletivas que tive que ignorar: Nunca experimentar marcado por sinal. Nessa jornada, temos trilhas. Ou seja, você saía da trilha muito bem. Depois saíram comigo e na nossa frente. Acompanhei-os e, nada novo na semana de uma prova. O que gerenciar muitos problemas neste extenuado, com sono, louco para me perguntaram o modelo do meu dez minutos depois, lá estavam eles que dirá experimentar na própria prova. intervalo de tempo e manter a mente entrar na base e descansar e tinha bastão. Falei, apontaram para um igual parados com os celulares em mãos e Comprei algumas coisas, suplementos sempre forte e alerta. O limite para concluir que ficar rodando um longo tempo e falaram: Leva aquele. Que susto! o google maps aberto. Não estavam e resolvi experimentar, testar alguns no a jornada é de 150 horas. antes de encontrá-la. Isso me irritava Em um primeiro momento recusei e tão certo como pareciam.

dia a dia até minha largada. “Resolvida” demais! Xinguei demais a pobre da elas falaram que acontece muito isso. essa pendência, continuamos curtindo Largamos com uma temperatura diretora da prova, falando em voz Bastão na montanha seria marca e o evento e acompanhando os amigos agradável, mais para o frio. Alguns raios alta que tudo aquilo não era razoável. modelo! Relutei, mas acabei levando, em outras provas. E foi nesse momento de sol apareciam entre as nuvens e Quer complicar, complica, mas seja torcendo para o dono daquele ser o que me surpreendi demais. A notícia esquentavam bastante. Larguei de calça razoável repetia eu. Desde o km 50, que levou o meu. Se não fosse, iria se “POSSO AFIRMAR, COM do extravio da minha mala se espalhou comprida, segunda pele, uma camisa mais ou menos, tive um problema iniciar ali um ciclo de troca de bastões.

e vários atletas brasileiros que iam fina por cima e um chapéu, estilo boné. sério nos pés. As descidas na prova