Noventa gramas por hora, e um intestino treinado para aceitar
A ciência do carboidrato em ultra avançou mais nos últimos cinco anos do que nas duas décadas anteriores. O estômago do corredor é que precisa acompanhar
Na Western States, 96% dos corredores relatam algum sintoma gastrointestinal. Náusea aparece em 60%, e é o motivo mais citado por quem abandona. A causa raramente é o que se come. É como o intestino foi, ou não foi, preparado para receber.
Quanto
A referência clássica de Asker Jeukendrup, na Sports Medicine, fixa 60 gramas de carboidrato por hora com uma única fonte e até 90 g/h em esforços acima de duas horas e meia, desde que se combinem glicose e frutose, que usam transportadores intestinais diferentes. O posicionamento da International Society of Sports Nutrition para ultramaratona, de 2019, mostra a distância entre a teoria e a prova: mesmo atletas de elite ingerem
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